terça-feira, 3 de maio de 2016

Tocha Olímpica no Brasil

Resultado de imagem para tocha olimpica em brasiliaA lResultado de imagem para tocha olimpica em brasilia           lanterna contendo a Chama Olímpica chegou nesta manhã ao Aeroporto Internacional de Brasília, ponto de partida para um roteiro que, nos próximos 95 dias, incluirá 327 cidades das cinco regiões do país, passando pelas mãos de 12 mil condutores até chegar, no dia 5 de agosto, ao Estádio Maracanã, local onde será acesa a Pira Olímpica e celebrada a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. O símbolo dos jogos entrou no espaço aéreo brasileiro às 7h10 e o avião da empresa Latam, procedente da Suíça, pousou às 7h25. O avião foi escoltado por dois caças da Força Aérea Brasileira e trazia uma bandeira brasileira na cabine do piloto.

A lanterna contendo a chama chegou às 9h no Palácio do Planalto e alimentou a primeira Tocha Olímpica Rio 2016 para, então, começar a viagem pelas cinco regiões do país.Resultado de imagem para tocha olimpica em brasiliaResultado de imagem para tocha olimpica em brasilia                               Na saída do Palácio do Planalto, a tocha foi conduzida pela jogadora de vôlei Fabiana Claudino, bicampeã olímpica (2008 e 2012), e capitã da Seleção Brasileira de Vôlei, Fabiana Claudino é considerada uma das melhores centrais do mundo. Com 1,93 m, a jogadora nascida em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte, é uma das apostas do técnico José Roberto Guimarães para conquistar o tricampeonato olímpico nos Jogos do Rio, uma consagração a mais em seus dez anos com a camisa da Seleção Brasileira.
O percurso da tocha no Distrito Federal começou às 10h, e percorrerá mais de 105 quilômetros de distância, dos quais 37 serão feitos por 141 condutores, percorrendo cinco regiões administrativas locais e vários pontos turísticos da capital federal. Além do Palácio do Planalto, a tocha passou pela Câmara e pelo Senado, pela Catedral Metropolitana , pela Igrejinha na Asa Sul , água mineral e outros pontos da cidade.  


quinta-feira, 7 de abril de 2016

A honestidade do povo brasileiro está em análise ?

No Século 21, o País Precisa de Dirigentes Éticos
Quando as pessoas discutem sobre a necessidade de ética na política e na administração pública do Brasil, é normal que alguém diga:
Mas os políticos são corruptos porque o povo não presta.”
Esta é uma boa frase de efeito, mas a questão merece ser examinada com calma. Cabe, então, discutir:
“Será que o povo brasileiro é honesto?”
A resposta a esta pergunta deve ser bem pensada porque talvez ela revele o estado de alma de quem responde. Como sabemos, tudo começa no indivíduo.
Na medida em que eu estiver em contato real e dinâmico com minha própria alma imortal, saberei que sou fundamentalmente bom, embora, secundariamente, cometa erros e deva aprender e evoluir através da compreensão destes erros.  
Compreendendo a mim mesmo como alguém que é essencialmente bom e secundariamente imperfeito, perceberei que essa generalização a que chamamos de “povo brasileiro”, ou “humanidade em geral” é algo que funciona como um espelho psicológico de cada indivíduo. 
E verei que o povo brasileiro e a humanidade são, como eu, fundamentalmente bons, embora, secundariamente, devam evoluir pelo método da tentativa e do erro. O ser humano é, como ensinam Paulo Freire e a filosofia esotérica, “inacabado”.  Está “em construção”.   A construção é o aprendizado interior.
Na cidade de Cornélio Procópio - PR a UTFPR está realizando um experimento de honestidade bem interessante.Os alunos pegam picolés e pagam por eles R$ 2,00.Só que não existe cameras de vigilância e nem um funcionário responsável por receber.Apenas a honestidade dos alunos.O resultado em supreendente.
Veja aqui um vídeo
E tire as suas conclusões.


FONTE : http://www.filosofiaesoterica.com
                CQC - teste de honestidade em São Paulo  ( vídeo)


quinta-feira, 31 de março de 2016

Morte de negros em Brasília ,Distrito Federal

Entre 2010 e 2012, 818 jovens negros entre 15 e 29 anos foram assassinados na Área Metropolitana de Brasília, que inclui o Entorno. No mesmo período, foram 91 óbitos entre os jovens brancos na mesma faixa etária, de acordo com a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan). Tamanha disparidade demonstra que, para o negro, manter-se vivo pode ser considerado um feito. E muitos dos que sobrevivem precisam driblar a falta de oportunidades. Ela é real. E, se não mata o corpo físico, mata a inocência. Por vezes, leva também ao crime. Em todos os casos, deixa órfãos.
Resultado de imagem para movimentos de negrosTanto especialistas quanto os movimentos que lutam para abrir os olhos das autoridades em relação ao massacre dos jovens negros reforçam a teoria do extermínio dessa parcela da juventude. “Em todos os países colonizados, os colonizadores tiveram como plano, durante e após o fim da escravidão, a extinção do povo negro. A ideia jamais foi integrá-los à sociedade. Mesmo que esse assunto não seja falado, não quer dizer que esse desejo de embranquecimento da população não tenha se mantido”, aponta Sherwin Morris, coordenador do Instituto Cultural Congo Nya, organização sem fins lucrativos que promove a cultura negra em São Sebastião.
Resultado de imagem para movimentos de negrosPara Morris, os negros continuam sendo o principal alvo por conta das desigualdades sociais reforçadas pelo racismo desde a escravidão. “Hoje, fala-se muito em negros aparecendo na televisão, negros conquistando altos cargos, isso é uma parcela minúscula. Sabe onde eles estão entrando mesmo? Na cadeia e no cemitério”, atesta. O entendimento da própria cor e de como ela é vista na sociedade é essencial para que o jovem negro possa vencer as estatísticas — algo que passa pela educação.
Resultado de imagem para movimentos de negrosO assistente social Leonardo Ortegal, que atualmente prepara sua tese de doutorado analisando o impacto da cor da pele nos casos de homicídios ocorridos no DF, explica que há uma sensação entre os adolescentes negros de que eles são culpados, até que se prove o contrário. “Mas apenas uma parcela deles tem noção de que a pele está envolvida nisso. Minha pesquisa vai se desenrolar em políticas sociais e iniciativas de enfrentamento a esse extermínio, e um dos elementos nesse processo é a tomada de consciência da sua cor. Quando isso acontece, você percebe de que forma isso te atinge socialmente.”
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Até porque os desdobramentos dessas mortes não terminam na hora em que o corpo é enterrado. “Eles geram gastos em termos de medicina legal, inquérito policial, acionamento do Judiciário e do Ministério Público, gerando uma sensação de insegurança. Há também o impacto na saúde mental da família, porque é uma onda de devastação que prejudica a todos”, garante Ortegal.
Jeane Pereira, 23 anos, está sendo obrigada a lidar com esse choque emocional. Ela tem 23 anos e dois filhos. A mais nova, Juliana, de apenas 1 mês, não chegou a ver o pai vivo. André Luiz Aguiar Rodrigues morreu em dezembro do ano passado, aos 23 anos. De acordo com Jeane, ele foi assassinado depois que bateu o carro na moto de um homem, na Estrutural. “Quando a gente foi atrás do dinheiro para pagar o que quebrou dela, esse cara veio por trás e esfaqueou meu marido”, lembra. Jeane agora está vivendo com a família de André. Sem poder trabalhar, já que a filha menor ainda é muito nova, a jovem está em um momento em que não sabe o que fazer da vida. “Eu tenho medo. Estou recebendo ajuda, mas não sei como vai ser daqui para a frente.” 
Resultado de imagem para movimentos de negrosSe o presente torna-se um fardo para quem enfrenta a dor de lidar com um parente morto, o futuro vira uma incógnita. “A taxa de fecundidade do Distrito Federal é a menor do Brasil e a população está envelhecendo, fazendo com que a pirâmide etária se inverta. Teremos menos gente contribuindo e mais gente precisando de aposentadoria. Os assassinatos dos jovens negros exigem uma reflexão que vai além do impacto das mortes”, garante a demógrafa Lucilene Dias Cordeiro, autora do estudo Jovens negros e não negros: mortalidade por causas externas na Área Metropolitana de Brasília.
O que será deles?
Com as mãos para trás e a cabeça baixa, Caio*, 16 anos, um dos internos da Unidade de Internação de São Sebastião, chega para conversar com a reportagem. Falando rápido, o garoto franzino e de dentes proeminentes não nega: está ali porque não encontrava oportunidades. “Eu tentava procurar emprego, mas sempre me achavam novo demais. Então, decidi procurar outra forma de ganhar dinheiro.” No começo, a facilidade o surpreendeu.
As benesses chegavam sem esforço e, mesmo com os avisos dos familiares, ele não achava que corria riscos — afinal, pensava, era menor de idade. Há um ano e oito meses na instituição, seu pensamento mudou. “Essa história de que a gente não fica preso é mentira. Só em ficar longe da família já mostra que a gente está preso também. Quando cheguei aqui, tinha só 14 anos. Agora, vou fazer 17. Tenho que dar mais valor para minha mãe”, reflete.
Quando sair do sistema de sanções imposto aos adolescentes infratores, Caio vislumbra emprego e outros sonhos. A esperança que ele nutre é míster também para o futuro do Distrito Federal. O Estado precisa garantir, além da sobrevivência dele, a ressocialização.
Caso também de Augusto*. Aos 17 anos, está há três meses internado em São Sebastião. E garante que essa passagem pelo sistema não mudou em nada seu desejo de estudar direito para tornar-se um delegado. “Moro com meus tios e lá em casa temos livros de direito até em cima da geladeira. Tenho certeza que vou conseguir realizar esse sonho. Tive que adiar um pouco, mas tenho o apoio da minha família, conversamos sobre isso e eles me disseram que vão fazer tudo o que for necessário para que eu conquiste isso.”Resultado de imagem para movimentos de negros

sábado, 26 de março de 2016

Jogo de futebol da lava jato

Para descontrair uma paródia bastante inteligente. Obedece a ordem cronológica dos fatos.Não tem cunho jornalístico , mas de entretenimento.Boas risadas .

sexta-feira, 25 de março de 2016

Diferença da semana santa Evangélicos x Católicos

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A semana que antecede o domingo de Páscoa é uma das datas mais lembradas dentro da tradição religiosa cristã. Porém, em cada igreja em que se professa o cristianismo a data é vista e tratada de uma maneira diferente.
Nessa sexta feira, conhecida como “Sexta-Feira Santa” ou “Sexta-Feira da Paixão”, o programa Notícia da Manhã da TV Cidade Verde (afiliada do SBT) reuniu representantes da Igreja Evangélica e da Católica para discutirem as diferenças entre as religiões durante esse período do ano.
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Representando o catolicismo, o padre Luís Eduardo explica que durante essa semana a Igreja Católica foca na lembrança dos acontecimentos que anteviram a morte de Jesus: “Nós enfatizamos esses momentos porque as pessoas precisam reviver e trazer para sua vida. Toda celebração é Páscoa, mas destacamos essa semana”, afirmou o padre.
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A Igreja Evangélica foi representada no programa pelo pastor Robson, que afirmou que os protestantes não devem viver de acordo com a tradição judaica: “A própria Bíblia critica a tradição seguida pelos judeus. A Páscoa era celebrada pelos judeus no deserto, depois virou tradição. Não foram os cristãos que mataram Jesus, foi a tradição judaica. Jesus foi morto porque ultrapassou os limites dessa tradição”, argumentou o pastor.
Em resposta o padre Luís Eduardo disse acreditar que a tradição é benéfica e não tem trazido prejuízos nem para a Igreja, nem para a fé dos cristãos. O padre afirmo ainda que a tradição ajuda a alimentar a fé: “É importante que as pessoas não percam a orientação da Páscoa. A Liturgia é Palavra e é Eucaristia”, concluiu.
Outro assunto abordado pelos religiosos foi a tradição católica de se abster de carne vermelha durante essa época do ano. O pastor se mostrou contrário a essa tradição afirmando que “não comer carne vermelha ou qualquer outro alimento não está na Bíblia. O que prejudica o homem não é o que entra pela boca, mas sim o que sai dela”.
Por outro lado, o representante da Igreja Católica defendeu a prática como uma forma de purificação do corpo e afirmou: “Está tanto no Novo como no Antigo Testamento. Até cientificamente é provado que esse ato purifica o corpo”.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Falta moedas em Brasília-DF

Os cofrinhos de moeda dos brasilienses estão mais cheios do que os caixas dos estabelecimentos. Isso
faz com que lugares como cartórios e lojas de R$ 1,99 tenham dificuldades em dar troco e até tenham pequenos prejuízos. Segundo especialistas, a falta das unidades no mercado não afeta diretamente a economia, mas causa transtornos e obriga o Banco Central (BC) a adotar novas medidas para não perder dinheiro com a produção.
Conforme o BC, em 2016 já foram disponibilizadas 71 milhões de novas moedas, totalizando 23,9

bilhões em circulação, o equivalente a R$ 5,98 bilhões. Apesar dos números expressivos – 118 unidades por habitante - a autarquia admite que, desde 2014, a produção foi impactada “pela necessidade de redução da despesa pública”.
O valor menos encontrado é o de R$ 0,01. Não apenas as unidades são a de menor quantidade em circulação, como as pessoas tendem a guardá-las por muito tempo ou mesmo jogar fora, muitas vezes inadvertidamente.
Lojinhas de R$ 1,85
O estabelecimento que Henrique Cruvinel Borges, de 74 anos, ajuda a administrar só é conhecido como “lojinha de R$ 1,99”. Mas, na prática, o dono teve de retabelar seus preços para valores arredondados. “Ainda tem gente que vem e reclama que se não há moeda para dar de volta, a gente devia tirar os centavos do preço”, revela.
Borges mora em Brasília desde 1961, quando a moeda vigente era o Cruzeiro. Ele acompanhou as mudanças para Cruzeiro Novo, Cruzado, Cruzado Novo e Cruzeiro Real antes de, em 1994, a economia ter se estabelecido com o Real. Nesse período, ele garante não se recordar de situação semelhante com as unidades de menor valor. Segundo ele, no cenário atual há mais conflitos entre clientes e comerciantes.
Negociação com os clientes
O presidente da Associação dos Notários e Registradores do Distrito Federal (Anoreg-DF), Allan
Nunes Guerra, garante que os cartórios também têm sofrido com a falta de troco há pelo menos três anos. “A gente resolve cada caso ali no balcão mesmo. É comum não conseguirmos dar o valor exato por falta de centavos”, diz.
Apesar disso, ele se recorda de um único caso que tenha gerado constrangimento. Há dois anos, no Núcleo Bandeirante, um senhor teria se recusado a receber três centavos a mais. “Ele insistiu que queria ter os dois centavos como troco de um pagamento e não quis aceitar quando a atendente entregou cinco. Teve uma discussão, mas é o mais grave que já aconteceu”, relata.
Guerra diz que uma tentativa de amenizar o problema foi solicitar ao Tribunal de Justiça do DF e
Territórios (TJDFT) a atualização da tabela de preços dos estabelecimentos a fim de facilitar as devoluções de dinheiro. O pedido foi acatado e entrou em vigor em 1º de janeiro de 2015, quando o órgão decidiu pelo arredondamento dos valores praticados nos cartórios, conforme a resolução nº 3/2014
No cartório do 2º Ofício de Registro Civil, na 504 Sul, a assistente Nara Cristian Amaral, de 39 anos, disse ter presenciado casos similares ao relatado por Guerra. A solução é trocar notas por moedas em agências bancárias próximas. “A gente tem de ficar carregando o dinheiro e indo até lá, como clientes comuns mesmo, então não é seguro”, revela.
O microempresário Átila Morais Sousa, de 48 anos, levou sua moeda para pagar despesa no cartório e acredita que todos deveriam prestar atenção a isso.
O custo para produção é elevado
O membro do Conselho Federal de Economia (Cofecon), José Luiz Pagnussat, avalia não existir
impacto significativo na economia pela redução na quantidade de unidades em circulação. Para ele, o mal gerado é no conforto do consumidor e do lojista, que precisam superar as dificuldades e chegar a um acordo quanto ao troco.
“A falta de moedas se deve ao comportamento do brasileiro de guardar em casa, de acumular moeda”, sentencia o especialista. “O custo de produção de cada moeda é elevado, daí a razão de o Banco Central não querer gastar com a produção atualmente”, complementa. Ele acredita existirem moedas suficientes no mercado.
Traço cultural
Pagnussat vê na atitude do brasileiro de guardar os centavos um traço cultural que precisa ser
trabalhado. “É simbólico colocar a moeda no porquinho, pois representa poupança, representa ter dinheiro sobrando”, explica. O economista, porém, alerta para o problema gerado. “Todos precisam se resguardar para garantir seus futuros, então é uma prática interessante do ponto de vista doméstico. Mas existe essa consequência de gerar mais demanda no mercado e o Banco Central não poder atender”, completa.
Em 2014, o custo para fabricar cada moeda de 1 centavo e de 5 centavos era de seis centavos.
Saiba mais
As moedas de um centavo, cada dia menos lembradas pelo consumidor ao fazer uma compra, são as
de menor quantidade em circulação, conforme balanco do BC até o último dia 23.
Conforme a autarquia, das 18 bilhões de moedas não comemorativas ou especiais em circulação, 1,2 bilhão eram unidades no valor de um centavo. As de maior circulação são as de dez centavos, com quase 5 bilhões de unidades ativas.


Fonte: Da redação do Jornal de Brasília